segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Cinquenta tons de sexo
disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha
Justiça como ideia de equilíbrio (Platão – Aristócles)
Atender aos instintos até atingir a saciedade.
Esta é uma ideia contrária ao equilíbrio e à temperança, quer dizer: contrária ao bom senso.
A ideia da saciedade da fome subordinada à gula ou ao prazer da degustação pode levar ao mal da obesidade, que é uma disfunção do apetite, que foi criado para o ser humano gostar de comer para querer comer e não perecer de inanição, portanto foi o instinto da sobrevivência que propiciou o gosto pela alimentação dado pelo prazer da gula; um incentivo à alimentação.
Quando a gula ultrapassa a sua finalidade que é a de garantir que o indivíduo coma para não perecer de fome e se torna a gula um objetivo em si mesma então a gula passa a agir contra a sobrevivência e contra a temperança e contra o equilíbrio, ou seja: contra a vida.
Atender aos instintos sexuais até atingir a saciedade
É uma ideia da saciedade dos desejos carnais ligados à libido sexual, que em si mesma não tem função na espécie outra do que a de garantir a reprodução. Então o desejo sexual acompanhado de prazer ou mesmo de alívio para a tensão do desejo e da tara sexual estão ligados ao mecanismo que foi criado para que o indivíduo procure a fêmea para procriar, ou procure o macho procriar. Trocando aquele enorme esforço que produz efeitos desagradáveis como sudorese, cansaço, líquidos pegajosos, humores e excreções de aspectos azedos e desagradáveis pelo prazer sexual, para tornar tudo isso suportável e agradavelmente prazeroso, então o pacote de vantagens para que o casal pratique o ato de reprodução social acaba por se sobrepor ao objetivo que é o da procura do parceiro para a simples reprodução genética.
Se essa busca pelo prazer ultrapassa a simples finalidade de reprodução e os efeitos colaterais e a sinestesia da reprodução que é o enorme e delirante prazer sexual que acompanha e que conduz o encontro dos casais suplantar o dever de reproduzir, se esta distorção se tornar um objetivo em si mesmo então este ato pode ser um atentado contra a sobrevivência e contra a temperança e contra o equilíbrio, ou seja: contra a própria vida e contra a própria sociedade.
O objetivo do sexo entre os gays esconde este distúrbio social e sexual onde são desconsiderados os limites do objetivo sexual em si pela busca de suas sinestesias e assim subverter a objetividade e até mesmo transferir para outras partes do corpo onde tal necessidade de reprodução da espécie não guarda nenhuma relação fisiológica, sendo então uma mera busca da saciedade carnal pela simulação do sexo na ânsia em satisfazer a agonia da abstinência sexual travestida de desejo de satisfação da função original de reprodução trocada pela sinestesia originalmente outorgada ao sexo que é o prazer, mascarando no animal humano o ato que sem prazer seria terrivelmente nojento, fedorento, pegajoso, cansativo e constrangedor, mas o prazer encobre e disfarça a agonia da coabitação carnal e esconde a sua animalidade material e primitiva.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
BRICS
disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha
BRICS e o Terceiro mundismo
Com a ajuda de intelectuais, cientistas nobéis, celebridades do primeiro mundo espalham ideias e ideais pseudocientíficos, e pseudo filantrópicos como concepções absurdas sobre a ameaça de catástrofes ecológicas e desastres sistêmicos caso as suas propostas e produtos intelectuais não sejam devidamente acatados e absorvidos.
Então partiram para a condenação dos produtos vitais para as economias dos países do terceiro mundo e covardemente baseados em sua metaciência de primeiro mundo conseguiram destruir parques inteiros de indústrias e setores econômicos de países inteiros do terceiro mundo, quando, por exemplo, destruíram a principal riqueza de Cuba, que já foi produtor de cerca de um terço do açúcar do mundo, bastou para isso que os cientistas devidamente subornados e subordinados difundissem através de revistas respeitáveis de ciência artigos sobre os perigos e males do produto principal de Cuba.
Imagine só: primeiro tentaram monopolizar o produto, quando a Holanda (Países Baixos) era o maior comerciante de açúcar do mundo há duzentos anos! Detinha o segredo do branqueamento do produto!
Depois veio o monopólio das colônias produtoras de cana de açúcar que eram proibidas de produzirem, refinarem e comercializarem o açúcar. Por fim, perdendo toda a cadeia de produção do açúcar decidiram com a ajuda de cientistas brilhantes e prêmios Nobel de química diabolizar e condenar o açúcar como alimento com o respaldo da metaciência europeia.
Este é o modelo padrão de ataque aos países do terceiro mundo. E tem as ONGs. Agora tentam diabolizar as hidrelétricas na Amazônia. Diabolizaram o etanol combustível, diabolizam o petróleo, que vem quase todo do terceiro mundo, atacando com a imposição dos modelos de carros elétricos pelo mundo civilizado, atacam a extração de minérios do primeiro mundo, atacam com organização da luta nos campos, para paralisarem as agroindústrias que são as bases do PIB do Brasil e de outras nações que não conseguiram reproduzir as indústrias sofisticadas de metalmecânica e eletroeletrônica do primeiro mundo, que também monopolizam o setores de informática e robótica.
Tem os europeus o seu braço terrorista nos anarcomilitantes pseudoecologistas e pseudodefensores dos direitos subjetivos de tribos indígenas, de sem tetos, dos sem terras e dos anarcourbanos.
Diabolizaram o uso do sal, da exposição ao sol, da ingestão das carnes vermelhas, da soja, das frituras, do churrasco, enfim, tudo que diz respeito ao estilo de vida terceiromundista, de todos os produtos e riquezas que possam dar vantagens comparativas e monopolistas aos produtos e serviços que o terceiro mundo e que possam oferecer no mercado mundial capazes de contender com a hegemonia do primeiro mundo.
Impuseram a estética corporal europeia: agora já podemos ter japonesas, chinesas e coreanas loiras; podemos ter também africanas, índias, mestiças e afrolatinas loiras e de madeixas alisadas pela chapinha e pelas escovas progressivas, e, de olhos claros, verdes e azuis.
Governos de esquerda socialistas legítimos somente são permitidos os da Eurolândia: Suécia, Dinamarca, Noruega, Islândia, Finlândia; na América do Sul socialismo é golpe de Estado como em Chile, Bolívia, Venezuela.
Como os euroecologistas destruíram as suas próprias reservas florestais naturais de seus países, incutiram a ideia benevolente de somente adquirirem madeira certificada do terceiro mundo, que é um eufemismo para “vocês não podem explorar as madeiras de lei de suas reservas de riqueza naturais, como nós o fizemos criminosamente em nosso passado glorioso”.
E ainda tem a reedição das diretrizes humanitárias para estigmatizar e problematizar a produção agrícola naquela que ainda é a maior senão a principal riqueza de muitos países do terceiro mundo que é a certificação de não existência de trabalho escravo. Logo eles que colonizaram e escravizaram um continente inteiro: a África!
As bugigangas do primeiro mundo são artificialmente valorizadas apenas porque são feitas lá, assim são as griffe dos produtos e serviços euromanufaturados dos relógios, queijos, vinhos, azeite, destilados, culinária sem nenhum valor nutritivo, todos os tipos de supérfluos despejados com as griffes de Porsche, Mercedes, Yves Saint, Cartier, Rolex, Gucci, Ferrari, Audi, Chivas, Ray Ban, e não se criam pressões euroecológicas contra os desperdícios e ambientalmente desnecessários e ofensivos fármacos, tratamentos estéticos, automóveis e motocicletas, excesso de escolaridade, luxo e exuberância de hotéis, restaurantes e bares sofisticados, exportação de estilos de vida completamente supérfluos, padronização cultural e exportação de superficialidades como os Big Brothers, obsolescência planejada de design e tecnologias, modas sazonais, destruição sistemática de hábitos, criação de demandas artificiais de democracia, liberdades, sexualidade, status social, individualismo, luxúria e devassidão.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Rolezinho
disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha
OQQÉ 3
O Rolezinho
Porque os meninos foram ao Shopping?
Por que não estava nevando lá fora!
Depois de proibirem os bailes Funk, depois de cercarem as praias mais belas com os condomínios privados, depois de proibirem o futebol na praia, afastarem os ônibus dos farofeiros dos terminais praieiros, depois de cercarem e invadirem o morro com as UPP, depois de perseguirem os capoeiristas, os terreiros de candomblé, depois de privatizarem os desfiles de escolas de samba, depois de proibirem quase tudo que seja diversão grátis...
O demônio é o culpado!
Coitado do Demônio! O Pastor Silas Malafaia não lhes dá descanso! O Diabo anda extremamente ocupado. O tempo todo, tudo que sai errado, e, na conta do Demônio todo o mal lhe é imputada para débito!
No dia 11 de setembro de 2001, o Diabo estava em Malibú, Califórnia, na casa de Charles Sheen, tomando cerveja na varanda enquanto o Charles executava mais uma vítima de seu charme e riqueza.
Mas, o Presidente dos EUA, Bush, imediatamente invocou o nome do Demônio para culpá-lo, mais uma vez, pelos ataques suicidas terroristas que levaram pânico, e um incalculável prejuízo à economia norteamericana, e por contaminação, ao resto do mundo.
Mas o Demônio nem sabia desse ataque, porque o seu serviço de informações ainda é antigo, e não pode rivalizar com o FBI e a NSA, os quais também não detectaram a preparação daquele atentado terrorista.
Além do mais, ele, o Diabo, tem o mundo inteiro para cuidar, afinal somos 6,5 bilhões de almas pecadoras: são casais que precisam brigar, assassinatos, traições de casais, traições entre sócios, roubos, latrocínios, homicídios, corrupção, mentiras, desfalques, cobiça, invejas, falsos testemunhos, delinquência juvenil, pichações, rock and roll, funkeiros, axé, greves, ataques terroristas, prostituição, assédio sexual, assédio moral, campanhas políticas, discurso e promessas políticas, cola na escola e nos concursos, pedofilia, parada gay, atropelamentos, torturas, falsificações de dinheiro, de documentos, fraudes, vendedores, advogados, analistas de sistemas, vendedores de carros, fabricantes de produtos pirateados, enfim a lista parece infinita.
Os computadores do Demônio vivem sobrecarregados de serviço, e quase sempre a sua rede de dados vive congestionada, ela funciona com o Windows, você sabe, o Demônio ainda não conseguiu infectar com vírus de computador a rede Linux, por falta de tempo para estudar o seu Kernel.
Mas as pessoas, principalmente os pastores e padres, acreditam ainda que o Demônio consegue dar conta de tudo que acontece de errado no mundo.
Uma palavra deve ser dita em defesa do Demônio: as pessoas são imprevidentes, e facilitam o azar e culpam o Demônio pela maioria de seus infortúnios. Por exemplo: atravessam a via expressa por baixo da passarela de pedestres. Muitas vezes conseguem driblar os veículos que circulam em altíssima velocidade, e mesmo com a ajuda do Demônio que dá uma pisadinha nos aceleradores dos carros tão logo os pedestres adentram a via, eles, os pedestres desafortunadamente conseguem escapar do atropelamento, prova de que o Demônio não pode dar conta de tudo!
Tem gente que facilita muito a vida do Demônio, e por total assoberbamento de tarefas do mal o Demônio nem se quer pode se aproveitar da chance de deletar o desafortunado inconsequente, como por exemplo, quantas pessoas que andam sem o cinto-de-segurança, pessoas que andam com pneus do carro completamente liso, pessoas que fumam mais de duas carteiras de cigarro por dia, pessoas que ignoram todas as campanhas do governo para tomarem de graça as vacinas que lhes salvariam a vida, e as dos seus filhos, pessoas que não fazem o recall gratuito para sanarem defeitos graves de seus carros, pessoas que ignoram os sinais de trânsito durante anos a fio, enfim, são tantas tarefas para o Demônio que ele é obrigado a abrir mão de coisas tão fáceis de concluir com êxito por estar completamente incapacitado para atender às demandas crescentes dos irracionais e imprevidentes humanos.
Mas, quando vem um Tsunami, ou um Terremoto as pessoas o culpam. Como é possível provocar um Tsunami ou Terremoto?
Uma enchente causada por chuva é uma chance de ouro para a qual o Demônio reserva seu pessoal de plantão, pois a oportunidade lhes é dada de tal forma que seria inaceitável não aproveitá-la: veja só, pessoas, milhares delas, vão construir as suas casas, casebres, nas encostas dos penhascos, sem qualquer cuidado e supervisão da engenharia, convidando a catástrofe. Quanto mais passa o tempo sem acontecer o esperado, mais gente se acumula ali, acumulando forças para uma grande tragédia, com dia e hora marcados.
Depois, é só alegria! Centenas de mortes, famílias desintegradas, órfãos, viúvos, viúvas, miséria, sofrimento, saudade, e enterros, aos montes! É a verdadeira festa do Demônio. É o seu melhor negócio! A ajudá-lo tem os políticos que antes da desgraça trazida pela tragédia das enchentes, dos deslizamentos, seguidos de desmoronamentos e dos soterramentos, são eles os vereadores e deputados que sobem aos morros e garantem que nenhum poder público vai despejá-los de suas humildes e indignas residências, assim todas as tentativas do judiciário, da defesa civil e dos governantes para evitar o inevitável é anulado pelos colaboradores do Demônio; os demagogos das favelas travestidos de defensores do pobre proletário e de suas residências precarizadas.
O Demônio anda envaidecido pela super valorização de seus feitos, mas ele sabe que possui muitos colaboradores anônimos que contribuem para aumentar a sua fama.
Os pastores em suas pregações apenas retiram das costas dos humanos a culpa direta pelos seus pecados e faltas, culpando o pobre Demônio por tê-los induzidos ao erro aproveitando-se de suas fraquezas morais e espirituais, muitas vezes o pastor expulsa os Demônios do espírito destas pessoas porque o próprio Demônio vai buscar outra alma mais fácil, como se viu, não falta gente querendo facilitar a obra infindável Dêle, o Demônio.
Chegamos ao ponto de talvez nos considerarmos privilegiados, ou abençoados, por termos merecido a especial deferência de sermos o alvo de sua ação, tal a sua frenética atividade em todo o Globo Terrestre, e se alguém disser que a culpa é do Demônio, no mínimo é porque se acha muito importante para merecer tal atenção.
E agora nem podemos fazer um Rolezinho aí?
• No Brasil a falta do processo histórico de construção de uma sociedade civil democrática tem impedido que o governo encontre interlocutores sociais fora das elites, ensejando que as alocações de valores políticos sejam conduzidas de acordo com os interesses de atores e agentes específicos que têm acesso à arena decisória restrita a estes círculos do poder, com isto a sociedade civil fica alijada do processo de elaboração das agendas do governo, do processo de encaminhamento das leis, das decisões e não-decisões do governo. Assim o conflito entre Estado e sociedade civil acirra-se ou mascara-se, o que suscita o surgimento das alternativas ensaiadas ao longo da História política do Brasil para a mediação destes conflitos que foram: ditadura populista, autoritarismo institucional, autoritarismo desenvolvimentista, corporativismo, patrimonialismo e clientelismo.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Black Bloc
disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha
OQQÉ
Número 2/2013 novembro
JOGOS BLACK BLOC 2.0
O Black Bloc parecia o começo de uma nova revolução cultural. Jovens brasileiros descontando o atraso na participação política e cívica, depois de uma ressaca da “Geração Coca-Cola” que descarregou toda a sua adrenalina, deixando a sua cota de responsabilidade civil nas poesias cantadas em versos melódicos compostos para três acordes de guitarra berradas no rock planaltino.
Estávamos todos nos sentindo aliviados pelo efeito placebo da sublimação da nossa culpa coletiva e pela expiação da nossa alienação política em nome do dever cumprido ao deixarmos para os poetas-roqueiros a missão de nos redimir da nossa apatia diária diante das telenovelas pseudo-críticas que apenas repercutem a leitura oficial das mazelas do Estado patrimonialista e clientelista que supunha esgotar o seu trabalho patriótico deixando todas as carentes chefes dos lares satisfeitas com as suas prebendas dos programas assistencialistas que cobrem as necessidades urgentes dos sem-tetos nos programas “Minhas casas minhas vidas” até as satisfações das suas despensas cheias de farinha e cachaça dos “Cartões Famílias”.
Convém saber que ainda vinha mais: para desculparmos da nossa preguiça diária de sairmos às ruas para enfrentarmos triunfalmente os cães preparados das polícias anti-manifestação que são o ISO9000 de qualquer país civilizado para garantir que o governo não se omite e que permite as democracias participativas pró-ativas de ratificarem o status de país democrático, então adjudicamos aos bravos rapazes e moças fantasiados de heróis internéticos dos Black Bloc a missão de dialogarem com as forças políticas através do braço fardado da polícia e das polícias.
Quantos de nós os cientistas políticos dedicamos tempo a tentar descobrir as linhas ideológicas deste tão vibrante movimento espontâneo, parecia que estávamos estudando um novo movimento da estratégia Gramsciana de guerrilha urbana, estávamos tentando enquadrar estes sofisticados eventos em teorias da desconstrução políticas nuperinstitucionalistas, quem sabe descobrirmos que por fora das instituições políticas padronizadas e envernizadas pelo tempo estavam sendo forjados novos discursos políticos sem fazer da política o seu eixo, ou quem sabe, estaríamos assistindo ao sucateamento das estruturas de discurso Arentianos, assim, fomos nos socorrer nos teóricos do anarquismo utópico présocialistas, mas eles seriam avançados demais para se enquadrarem em qualquer imperativo de categoria analítica kantiana, ou de qualquer outra.
Assim, estes nossos novos heróis deixaram os seus campos de batalhas no Facebook, abandonaram as simulações no X-box e no PlayStation e foram para as ruas praticarem o que eles aprenderam desde logo nas primeiras telinhas do jogo do Mário.
Como se sabe, os heróis do vídeo game não morrem depois do game-over, nem depois das explosões, como se sabe, sempre podem acumular novas e novas vidas, como os gatos, assim morrem, depois voltam à vida, assim que o jogo recebe um restart.
Esqueceram de dizer aos jogadores do Black Bloc que não tem essa opção do restart na rua do prefeito do Rio de Janeiro, ele não é da geração do vídeo-game, além do mais o José Mário Beltrame mandou fechar todos os vídeojogos abertos nos morros Uppeizados.
É verdade que os meninos do BBloc são mais conseradores do que o Zé Dirceu, pois a revolução deles é tão somente exigir do Estado brasileiro uma nova revolução! José Dirceu pelo menos tentou mudar tudo, os BBloc apenas exigem do estado uma autoimolação, uma autocrítica e uma automudança! Nem sabem ao menos como estrategear e tatificar tal revoluçãozinha!
É muito triste, decepcionante!
- Meninos do Black Bloc, quando os jogadores passam por todas as estações e ganham novas vidas e vão utilizando os seus bônus para chegar-se ao fim do jogo, então o jogo se repete ad infinitum mas sem aquela mesma empolgação do começo, assim, precisamos de uma nova versão Black Bloc 2.0 para substituir a versão obsoleta.
Enquanto esta nova versão do jogo Black Bloc 2.0 não é lançada sugiro uma nova diversão até o Natal do próximo ano, quando o Papai Noel estará nos presenteando com novos cartuchos de jogos para curtirmos na próxima temporada de manifestações, a propósito, a geração vídeo-game precisa sempre, continuamente, constantemente de novidades pois ela é muito superficial, consumista, imediatista e não curte bem o mundo não-virtual.
• No Brasil a falta do processo histórico de construção de uma sociedade civil democrática tem impedido que o governo encontre interlocutores sociais fora das elites, ensejando que as alocações de valores políticos sejam conduzidas de acordo com os interesses de atores e agentes específicos que têm acesso à arena decisória restrita a estes círculos do poder, com isto a sociedade civil fica alijada do processo de elaboração das agendas do governo, do processo de encaminhamento das leis, das decisões e não-decisões do governo. Assim o conflito entre Estado e sociedade civil acirra-se ou mascara-se, o que suscita o surgimento das alternativas ensaiadas ao longo da História política do Brasil para a mediação destes conflitos que foram: ditadura populista, autoritarismo institucional, autoritarismo desenvolvimentista, corporativismo, patrimonialismo e clientelismo.
sábado, 2 de novembro de 2013
EIKE BATISTA & LANCE ARMSTRONG
disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha
O CASO EIKE-X
O velho heptacampeão de ciclismo internacional conseguiu por longa década através de conhecimentos ultraavançados de biomedicina e biotecnologia burlar todos os testes e provas para a detecção dos mais sofisticados mecanismos de autodopagens que a sua equipe de especialistas preparou para torná-lo superatleta do ciclismo.
Somente foi desmascarado por meio de delações e investigações periférias com pessoas de seu círculo mediato.
Durante mais de duas décadas e meia o Comitê Olímpico Inernacional não esteve preparado para detectar a presença dos anabolizantes!
Imagine quantos daqueles nossos ícones dos esportes foram sabotar e conspurcar o ideal olímpico justamente destruindo o trabalho dos atletas humildes dos países subdesenvolvidos, porém, mais civilizados e corretos.
EIKE-X foi anabolizado pelos grandes players do mundo das finanças e assessorado por gente como Min Pedro Mallan, Ellen Gracie, e outros ex-ministros e advogados do mais alto nível, assim como os atletas biônicos fabricados pelos laboratórios de fraudes para alcançarem os níveis de eficiência rapidamente.
Isto nos lembra outros casos de fraudes comprovadas pelos tribunais internacionais como o caso Bill Gates, por exemplo, que ceifou ou absorveu dezenas de empresas de software para erger o seu império, começou dando uma rasteira na poderosa IBM, e com táticas de sufocamento como, por exemplo, fornecer cerca de 80% de sistema operacional de graça para serem instalados nos PC ainda nas fábricas, quem poderia resistir ao domímio da Microsoftware?
Mas o que é o capitalismo senão uma grande bolha de especuladores que tomam as decisões baseados em opiniões e expectativas no lugar dos consumidores individuais desinformados ou mal informados com informações manipuladas pelos mídias corporativos?
O que acontece no mercado de títulos não guarda relação com a vida real e concreta das empresas, um boato aqui e acolá e as ações podem desabar ou subirem.
As leis das SA garantem que nenhum dos investidores tenha informações privilegiadas, mas existe o inside information...
O que ainda surpreende é que teóricos procurem ainda o lado científico do mercado e para isto se valem de teorias as mais exóticas como a Teoria dos Jogos, a Teoria do Caos, Fisiocratas e monetaristas debatem acirradamente sobre a racionalidade do mercado.
Como fazer a convergência entre a macroeconomia e a microeconomia?
Com os grandes players o mercado jamais poderá atender aos princípios da teoria liberal e do utilitarismo da teoria da escolha racional se isto se torna apenas um ideal utópico tanto quanto os ideais do comunismo e do socialismo.
Acreditar nas forças livres do mercado se autoregulando é o equivalente à crença na bondade humana, embora os seus princípios seja baseados no egoísmo, o resultado concreto das ações individuais sem um planejamento central são as favelas, o caos do transporte individual urbano em oposição ao transporte coletivo e assim a partir de soluções particulares e dispersas vamos caminhando para o caos de cada dia porque de acordo com o princípio da Entropia da Termodinâmica: "A única coisa que prospera expontaneamente no universo é o caos, se deixados a sua própria sorte".
O velho heptacampeão de ciclismo internacional conseguiu por longa década através de conhecimentos ultraavançados de biomedicina e biotecnologia burlar todos os testes e provas para a detecção dos mais sofisticados mecanismos de autodopagens que a sua equipe de especialistas preparou para torná-lo superatleta do ciclismo.
Somente foi desmascarado por meio de delações e investigações periférias com pessoas de seu círculo mediato.
Durante mais de duas décadas e meia o Comitê Olímpico Inernacional não esteve preparado para detectar a presença dos anabolizantes!
Imagine quantos daqueles nossos ícones dos esportes foram sabotar e conspurcar o ideal olímpico justamente destruindo o trabalho dos atletas humildes dos países subdesenvolvidos, porém, mais civilizados e corretos.
EIKE-X foi anabolizado pelos grandes players do mundo das finanças e assessorado por gente como Min Pedro Mallan, Ellen Gracie, e outros ex-ministros e advogados do mais alto nível, assim como os atletas biônicos fabricados pelos laboratórios de fraudes para alcançarem os níveis de eficiência rapidamente.
Isto nos lembra outros casos de fraudes comprovadas pelos tribunais internacionais como o caso Bill Gates, por exemplo, que ceifou ou absorveu dezenas de empresas de software para erger o seu império, começou dando uma rasteira na poderosa IBM, e com táticas de sufocamento como, por exemplo, fornecer cerca de 80% de sistema operacional de graça para serem instalados nos PC ainda nas fábricas, quem poderia resistir ao domímio da Microsoftware?
Mas o que é o capitalismo senão uma grande bolha de especuladores que tomam as decisões baseados em opiniões e expectativas no lugar dos consumidores individuais desinformados ou mal informados com informações manipuladas pelos mídias corporativos?
O que acontece no mercado de títulos não guarda relação com a vida real e concreta das empresas, um boato aqui e acolá e as ações podem desabar ou subirem.
As leis das SA garantem que nenhum dos investidores tenha informações privilegiadas, mas existe o inside information...
O que ainda surpreende é que teóricos procurem ainda o lado científico do mercado e para isto se valem de teorias as mais exóticas como a Teoria dos Jogos, a Teoria do Caos, Fisiocratas e monetaristas debatem acirradamente sobre a racionalidade do mercado.
Como fazer a convergência entre a macroeconomia e a microeconomia?
Com os grandes players o mercado jamais poderá atender aos princípios da teoria liberal e do utilitarismo da teoria da escolha racional se isto se torna apenas um ideal utópico tanto quanto os ideais do comunismo e do socialismo.
Acreditar nas forças livres do mercado se autoregulando é o equivalente à crença na bondade humana, embora os seus princípios seja baseados no egoísmo, o resultado concreto das ações individuais sem um planejamento central são as favelas, o caos do transporte individual urbano em oposição ao transporte coletivo e assim a partir de soluções particulares e dispersas vamos caminhando para o caos de cada dia porque de acordo com o princípio da Entropia da Termodinâmica: "A única coisa que prospera expontaneamente no universo é o caos, se deixados a sua própria sorte".
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