sábado, 1 de maio de 2021
Trapaça feminista histórica
disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha
Achou que vc tratou esse tema, como sempre, por você, com a sua reconhecida competência, porém faltou o ponto de vista da leitura histórica, fundamental, na perspectiva sociológica que definiu as relações para sempre entre os gêneros, até a contrarevolução feminista, ou, feminazista.
Existe uma razão para o machismo, desculpe o termo, mas a antropologia histórica explica, a sociologia define e a ciência política teoriza sobre os conceitos construídos no coletivo que formam a cultura humana.
Não é possível dar credibilidade a idéia vazia de um suposto conluio universal atemporal que antes da internet e das descobertas dos novos continentes pré colombianos estivessem sempre em todo os lugares civilizações e culturas primitivas se comportando uniformemente da mesma maneira onde quer que fosse e em todas as eras pré modernosas.
Então, porque existe o machismo?
Machismo não é o termo mais ajustado, prefiro usar a terminologia da biologia comportamental. Mesmo os ursos polares, os leões e os tigres, os machos da espécie possuem um dimorfismo genético que os torna 50% maiores e mais fortes do que as fêmeas, assim acontece na espécie homo sapiens.
Não é possível até as militantes mais brutas do feminismo ignorarem tamanha evidência gritante da hegemonia do macho.
Nem vou citar que o macho humano branco, da latitudes elevadas no pólo norte se sobressaiu muitíssimo melhor que os machos tropicais e equatoriais no desempenho das ciências matemáticas e nas engenharias, isso se deve ao frio que os obriga a permanecerem longo tempo confinado lendo as mil páginas de Dostoyevsky ou criando um novo princípio da física quântica.
Mas foi na pré história do sapiens que o macho que nem falava nem sabia para que servia o sexo onde se tinha como verdade que as fêmeas de repente começavam a engravidar do nada, e os machos simplesmente estupravam outros machos e inclusive as fêmeas mães, filhas, cunhadas, avós sem distinção alguma.
Então a fêmea possui um forte instinto de maternidade e se torna extremamente agressiva porque é a única estratégia dos fracos fisicamente, essa fúria feminina se incorporou definitivamente nas espécies mamíferas onde sabemos que são as fêmeas que caçam as presas que os machos vão finalizar.
Essa é a origem dos costumes civilizados que domaram a fúria feminina através de regras sociais chamadas de opressão masculina ou de hegemonia machista ou de dominação sexual que pode conter e tornar possível a convivência entre os gêneros onde o homem renuncia ao estupro e a mulher renunciava ao seu histrionismo feminino.
Parece que é algo novo a estranha agressividade femina mas como a história e as ciências comportamentais advertem não existe nada de novo, apenas um novo laboratório de comportamento feminista que pode revogar o acordo coletivo do contrato social dos gêneros, pense nisso.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário